
Depois de milhares de mortos com deslizamentos de encostas, disputa por pontos de venda de drogas, guerra entre milicianos, enchentes em cidades, explosões em restaurantes o Rio de Janeiro escreve, com o desabamento dos prédios no centro da capital, mais uma tragédia passível de ser evitada em sua história. Na cidade olímpica de 2016, acidentes causados por negligências, falta de educação, falta de fiscalizações e principalmente o famoso jeitinho brasileiro, são do tipo que grupos terroristas levam anos para planejar.
Mas nos próximos dias o sol voltará a brilhar, o futebol ocupará as capas dos jornais e o carnaval virá ajudar a apagar da memória, historicamente frágil, dos brasileiros as causas das “tragédias terroristas acidentais”.








